sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Fly- para adopção


Podenga para adopção. Jovem, Muito meiga e brincalhona
Cadelinha de casa e não de caça!
Contacto: 925062272

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Cadela coberta de nós

Infelizmente ainda há pessoas que pensam que cortar o pêlo ao animal é uma questão de estética. Não é. É uma questão de limpeza, de bem-estar animal. O Cão das Botas teve esta menina para "arranjar". É um doce de cadela, estava muito carente... Provavelmente não era tosquiada à dois ou três anos. Está para adopção (responsável, claro).


(ANTES)


(DEPOIS)


(CONTACTO PARA ADOPÇÃO: 967507689-Arlete)

domingo, 5 de outubro de 2014

Cão coberto de nós



Neste cão a solução menos dolorosa era mesmo rapá-lo...

nós e Remoinhos de Pêlo




Alguns cães possuem subpêlo, que pode formar uma capa contra a pele e converter o desembaraço numa tarefa realmente ingrata. Muitas vezes, principalmente cabeleireiros com pouca experiência, dão banho ao cão assim secam-no e penteiam a capa exterior para adquirir um aspecto suave. Actuando desta forma, o cão apresenta um bom aspecto por fora, mas por baixo está cheio de nós colados à pele.

Se o banho for dado com o pêlo enredado, o champô vai-se introduzir entre os nós e a situação piorará ainda mais. Muitas pessoas dão o banho entre um corte e outro e deixam que se seque ao ar, dificultando ainda mais a tarefa do cabeleireiro. O cão pode estar limpo, mas o seu pêlo não estará em bom estado nem livre de nós.

Nenhum cão terá bom aspecto nem se sentirá realmente cómodo sem antes se ver livre dos nós e remoinhos. Uma das soluções é aplicar uma loção desenredante, deixar secar durante uns 10 minutos e escovar. A outra solução menos dolorosa quando os nós são muitos é cortar. Estas duas hipóteses dependem de como o animal chega ao cabeleireiro. É importante não deixar o pêlo chegar a este estado!

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Quando começaram?



Os cabeleireiros caninos de Londres criaram salões denominados “Dogs Toilet Club”, onde as pessoas com mais posses gastavam dinheiro em champôs de gema de ovo, pós coloridos e também em massagens. O grooming também incluía roupa (casacos, vestidos, etc.) e também joias. Dando um passo ainda mais em frente na arte da preparação do cão, os ricos examinaram a especialidade de R. W. Brown (groomer de elite de cães de Londres), onde ele recortava monogramas de família no pêlo majestoso de poodles. No ano de 1930, o grooming dos cães emergiu em pequenos cabeleireiros caninos, com uma banheira e algumas jaulas. A tosquia foi evoluindo, tal como os donos dos cães, as diferentes raças.





(Oh My Dog, via facebook)